terça-feira, 2 de outubro de 2012

As pessoas nunca farão pra você ou com você as coisas que você faz pra elas ou com elas...

domingo, 23 de setembro de 2012

Nada para falar, mas com uma imensa vontade de escrever... Como isso é triste!

segunda-feira, 30 de julho de 2012

A pior coisa para um ser humano é ter a sua consciência pesada...

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Uma das coisas que mais me intriga e que venho pensando há muito tempo, é o número de pessoas que já foram importantes para mim, pessoas com quem tinha uma amizade muito forte, mas que hoje não passam de conhecidos - ou estranhos, como preferir - para mim. Nunca entendi isso. Claro que as pessoas mudam e que com isso, as amizades tendem a mudar também, mas como é possível, duas pessoas que se conheciam tão bem, tinham uma amizade tão forte, e que hoje em dia é possível que passem uma do lado da outra no dia-a-dia, mas nem se reconheçam mais? Não entendo...

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

"Measuring a summer's day, I only finds it slips away to grey. The hours, they bring me pain..."





Duas músicas que me encantaram essas últimas semanas e que eu não consigo parar de ouvir.

Caminhos


  Ando sem saber pra onde vou. “Onde estou?” é a pergunta que não sai da minha mente. Não sei por que decidi fazer isso, não sei por que resolvi sair andando sem seguir uma direção. Sinto-me perdida como um filhote de pássaro sente-se quando a mãe não está ao seu lado. Tento encontrar o caminho certo, uma saída de onde estou. Não consigo. “Oh céus, por que fiz isso?” pergunto-me, à toa. Encontro uma árvore e abraço-a. Não sei por que faço isso, mas consigo me acalmar. Sinto o cheiro das folhas e do galho... Um perfume tão conhecido e que me traz tanta paz. Fecho os meus olhos e deito-me na grama ao lado da árvore. Choro. Penso em tudo que me aflige. Choro mais, mas logo sinto o cheiro das folhas e me acalmo outra vez. “Tenha calma e siga em frente. Não desista de lutar” diz uma voz em minha mente. De quem será essa voz? Não sei, mas não reconheço. Levanto-me e fecho os olhos. Respiro fundo e tento seguir o perfume das folhas. Sigo em frente. Depois de uns cinco minutos, andando a esmo, apenas seguindo o perfume das folhas das árvores, abro meus olhos e deparo com um lago... Fecho novamente os olhos e deixo os sentidos me levarem ao caminho. Escuto o barulho de água caindo em alguma coisa e vou seguindo em frente, abrindo os olhos apenas para certificar-me de que não cairei na água. Abro os olhos quando o barulho da água caindo fica mais forte e vejo uma cachoeira. Uma linda cachoeira, brilhante. Paz era tudo o que eu sentia. Entrei no lago, a água molhando-me as pernas e o meu vestido, já sujo por causa da terra e da grama. Meus pés, descalços, sentem o fundo do lago... Deito na água, tentando boiar. Sinto a água molhando os meus cabelos. Abro os olhos e vejo o céu. Um lindo céu, cheio de nuvens. Logo o sol sai e brilha como jamais o vi brilhar. E agora eu entendo o por que.