terça-feira, 29 de abril de 2014

I made you a present, you'll never expect it 
And when you unravel the secret will travel 
It's hard to take risks with a pessimist 
I hope that this shaking will help us awaken 
Separated by skin 'til we let ourselves in 
 It's hard to take risks with a pessimist 
It's hard to take risks 
I hope one will burn me, I know you'll desert me 
(This is the closest I've come to touching you the way I want) 
The hope can be painful, I'll try to be faithful 
 (It's hard to take risks)

segunda-feira, 28 de abril de 2014

O amor de hoje, é o amor de ontem. O amor que ficou, o amor que foi. Não o amor de hoje. O amor de hoje não existe, pois não amo o que és, mas sim aquilo que foi. Já não o amo mais, mas sim o seu passado.

E não devemos esquecer o passado. Devemos aprender com ele e seguir em frente.
Por isso me permito sentir sua falta. Mas ao mesmo tempo permito com que você saia no presente, aos poucos, do meu coração, para que assim, vire passado e nada mais que isso.

E aos poucos, abro este meu coração, que tão frágil está, para novos amores, mesmo que ele esteja fraco. Novos carinhos, novas pessoas. Pois o alimento de meu coração e não somente dele, assim como o da minha alma, é o amor. O amor próprio, o amor doado, o amor compartilhado.

O amor puro e em sua essência.

domingo, 27 de abril de 2014

E você se sente leve, como se a brisa te levasse em seu caminho para que você a conhecesse melhor. Para que você conhecesse e tivesse a sensação do que é ser leve, do que é passear com ela. Talvez até mais. Talvez para que você se sinta a brisa.

Você sente a brisa, o vento, o ar entrando em você de uma maneira maravilhosa. Ela passa em seus cabelos, em seus olhos e deixa tudo lindo, tudo maravilhoso. Seu olhar muda. Você passa a ter um olhar ingênuo das coisas, você começa a enxergar a beleza de tudo... tudo é belo, tudo tem sua beleza por mais feio que seja em seu pensamento. Tudo tem um lado bom e o pior, você crê nisso. Você sente como se essa fosse a verdade máxima, a verdade que te guia na vida.

 É então que a brisa para, acaba. Como todas as coisas. E sem mais e nem menos, você cai. Confuso, sem saber o que está acontecendo. Sem saber para onde está indo, onde está caindo. Porém algo te puxa, te arrasta. A dor profunda no estômago começa do nada e você ainda não entende. Forte, ela te consome. Você quer que ela saia, que ela te abandone, que suma e que vá embora. Que essa dor desapareça. E então uma risada.

Uma risada que é o dedo em sua ferida. Uma risada que não irá parar tão cedo.
Onde está a brisa?
O ar?
O olhar ingênuo da criança risonha?

terça-feira, 15 de abril de 2014

A vida é complicada. Todos sabem disso. Mas às vezes, quase sempre na verdade, nós sempre complicamos ela ainda mais. Colocamos o dedo em nossa própria ferida, sabendo que vai doer, pelo simples prazer de tentar reviver aquilo que já não é mais. Tentar reviver a alegria que hoje é dor e não necessariamente virá a ser alegria novamente.

É preciso deixar estar. É preciso respirar, desacelerar para que tudo se acalme e a gente entenda no fundo o que está realmente acontecendo com a gente. Será que é isso mesmo que eu sinto? Será que eu sinto realmente? Ou será que é a falta do que foi e já não é mais.. Ou será uma falta da rotina? Do carinho? Do que foi?

Deixe estar.

Deixe a dor estar.

Deixe a confusão estar.

Porque ela vai passar.

E aí sim, tudo fará sentido. Porque depois da tempestade vem a calmaria. E depois outra tempestade. Ciclos iniciam, ciclos terminam, alguns recomeçam. Outros não.

Deixe estar.

"Deixa isso pra lá que cê não pode ficar assim, põe um fim."